terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Retorno

Iniciamos mais um ano letivo... Precisei ficar ausente por uns dias... muitas reuniões e planejamentos.
Iniciar um ano é sempre momento de refletir, traçar objetivos. Queremos um ano melhor, com mais ação . Será que conseguiremos??? O que fazer para concretizar os objetivos traçados????

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Aprendizagem e suas implicações: Pais perfeccionistas são mais estressados e menos confiantes

Aprendizagem e suas implicações: Pais perfeccionistas são mais estressados e menos confiantes

Pais perfeccionistas são mais estressados e menos confiantes

Vamos falar dos pais hj... Por que querer a perfeição, se é que ela existe? 

Todos nós queremos ser pais perfeitos. Dar a melhor educação e todo o apoio que nosso filho precisa para se transformar em um adulto saudável e confiante. Mas cuidar e educar uma criança é um desafio que todo mundo adora opinar. Logo você vai sentir uma pressão de amigos e familiares. É um conselho aqui, uma sugestão ali e quando você percebe já está preocupado pensando sobre o que os outros vão achar do jeito que você cuida do seu filho. Pare agora mesmo com isso!

Uma pesquisa feita pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que se importar com o que os outros acham sobre a educação que você dá ao seu filho é capaz de acabar com a sua confiança e aumentar os níveis de estresse.  
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI289145-15546,00.html

O que vc acha??

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Dislexia

Cientistas do Children’s Hospital de Boston, EUA, em parceria com pesquisadores da Universidade de Harvard, descobriram que é possível detectar a dislexia - transtorno neurológico relacionado a dificuldades na fala, leitura e escrita - antes da alfabetização. A partir de imagens de ressonância magnética, eles analisaram a atividade cerebral das crianças e perceberam que há diferenças no processamento de informações. O grupo observado era formado por 36 estudantes da pré-escola, com idade média de 5 anos e meio. Eles precisaram responder a questões como: que palavras começam com o mesmo som? A partir da ressonância, os cientistas perceberam que o cérebro das crianças que poderiam ter dislexia apresentavam menor atividade em certas regiões do órgão.

Mas qual é a vantagem de se descobrir a dislexia mais cedo? Para os cientistas, o diagnóstico antes da alfabetização pode facilitar o tratamento. “Nós acreditamos que identificar a dislexia na pré-escola ou antes dela pode ajudar a reduzir os impactos sociais e psicológicos”, explica Nora Raschle, líder da pesquisa. A educadora e psicanalista Nívea Fabrício, diretora do Colégio Graphein, em São Paulo, que é especializado em atender crianças com necessidades especiais, concorda. “A identificação real do problema neurológico permite que os pais e os professores montem um projeto de adaptação”, explica. E tem mais: os chamados problemas secundários, como angústia, ansiedade e alterações comportamentais, também podem ser evitados. 
Sinais e tratamento
Fique atento aos sinais que seu filho apresenta: falar tardiamente, ter problemas em pronunciar determinados fonemas, não identificar rimas em músicas, demonstrar falta de coordenação motora, não ser capaz de resolver quebra-cabeças, desinteressar-se por livros impressos, entre outros. É claro que manifestar alguns desses sintomas não significa que seu filho seja disléxico, mas serve como alerta para procurar ajuda de um profissional. “O acompanhamento de neurologistas, psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos é importante. Mas o fundamental é o trabalho escolar”, diz Nivea.

A escola deve estar preparada para receber alunos com dislexia. “Isso significa ter um planejamento exclusivo para essa criança de acordo com suas necessidades”, cita a psicanalista. Turmas pequenas são um ponto a favor da instituição de ensino – o professor estará mais disponível para acompanhar cada aluno.

A autoestima de quem tem dislexia costuma ser bastante sensível. “Não entendi!” “Não sou capaz!” Elas podem fazer essas exclamações quando sentirem dificuldades no desenvolvimento da linguagem. Infelizmente, é comum que sejam taxadas de preguiçosas, conta a diretora. Por isso, é importante que se sintam capazes, integrem-se e percebam que podem atingir seus objetivos. É aí que o acompanhamento psicológico vai fazer muita diferença para a vida dessas crianças. 

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI291992-15330,00-DISLEXIA+PODE+SER+DESCOBERTA+ANTES+DA+ALFABETIZACAO.html


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O bom professor

Nosso país necessita urgentemente de bons profissionais. Na escola em que trabalho estávamos precisando de professores. Como é difícil encontrar profissionais de qualidade e abertos para aprender. FIca o questionamento: professor é uma profissão em extinção? Chegou a hora de todos olharem com carinho para nossa profissão, senão nossos netos e bisnetos não terão mais a oportunidade de educação institucional.

A afetividade... É importante na vida das crianças?

Hj li um artigo da folha que achei interessante e gostaria de compartilhar.

Crianças criadas com afeto têm hipocampo maior, revela estudo

DA EFE
As crianças criadas com afeto têm o hipocampo --área do cérebro encarregada da memória-- quase 10% maior que as demais, revela um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" ("PNAS").
A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade Washington de Saint Louis, "sugere um claro vínculo entre a criação e o tamanho do hipocampo", explica a professora de psiquiatria infantil Joan L. Luby, uma das autoras.
Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que, quando tinham entre 3 e 6 anos, foram observados em interação com algum de seus pais, quase sempre com a mãe.
Foram analisadas imagens do cérebro de 92 dessas crianças, algumas mentalmente saudáveis e outras com sintomas de depressão. As crianças saudáveis e criadas com afeto tinham o hipocampo quase 10% maior que as demais. "Ter um hipocampo quase 10% maior é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação", ressalta Luby.
A professora defende que os pais criem os filhos com amor e cuidado, pois, segundo ela, isso "claramente tem um impacto muito grande no desenvolvimento posterior".
Durante anos, muitas pesquisas enfatizaram a importância da criação, mas quase sempre focadas em fatores psicossociais e no rendimento escolar. O trabalho publicado nesta segunda-feira, no entanto, "é o primeiro que realmente mostra uma mudança anatômica no cérebro", destaca Luby.
Embora em 95% dos casos estudados as mães biológicas tenham participado do estudo, os pesquisadores indicam que o efeito no cérebro é o mesmo se o responsável pelos cuidados da criança é o pai, os pais adotivos ou os avós.